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Pampulha patrimonio das pessoas

A Pampulha se tornou Patrimônio Cultural da Humanidade e as obras realizadas no entorno da famosa igrejinha  devolveu a paz e tranquilidade a pedestres e ciclistas que antes tinham que disputar espaço entre toneladas de metal e aço conduzidos por gente impaciente.

O lugar se transforma a depender do dia e hora que você vá. Embora seja muito associada a esporte e lazer a região é rota para muitas pessoas que usam a bicicleta para se deslocar. Seja por esporte, lazer ou necessidade é muito bom observar como a energia do lugar mudou com a retirada de automotores barulhentos.

fotos G. Sotero

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Nova Forma de Sociabilizar

“A bicicleta como transporte na minha vida é recente. Moro próximo ao centro e passei a fazer tudo com minha dobrável. Eu acho que minha relação com a cidade mudou e até o jeito que eu percebia o ciclista urbano. Já tenho contato com várias pessoas que também usam a bicicleta e tenho procurado participar da comunidade. A bicicleta me apresentou uma nova forma de sociabilizar”. F. Godoy, artista plástico.
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Nāo sei mais viver sem minha bicicleta 

“Há dois anos a bicicleta re-entrou na mnha vida depois que conheci o Bike Anjo.  Deixei de pegar onibus para vir ao trabalho. Eu gastava muito tempo. Sou diarista e a bicicleta me proporciona uma grande economia. Eu me sinto muito melhor hoje indo trabalhar de bicicleta. Melhorou minha saude e aumentou minha disposiçāo. Nāo sei mais viver sem ela! Já estou até tensa pois preciso deixá-la numa oficina para revisāo e isso significa que terei que pegar onibus!”.  Edna Faria. 

    
 

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Conquistando a Cidade 

“Eu já pedalava antes e usava a bicicleta mas foi em 2013, quando me juntei à Massa Crítica e a outros grupos de pedal noturno, que fui pegando o ritmo e confiança de andar no meio da rua, perdendo os medos e conquistando a cidade.Ao meu ver a bicicleta é muito mais do que um modal de transporte autônomo, prático, limpo e silencioso. É uma nova articulação social, uma ferramente de cidadania e uma possibilidade de redescobrir lugares e pessoas. 

Com as duas rodas ganhei novos olhos, tudo aquilo que aprendi na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo: as articulações entre pessoas e o espaço que as cercam, as visadas da cidade e uma mobilidade racional, tudo isso ganhou um novo sentido muito mais lógico e prazeroso. Quando saímos da bolha de metal e vidro dos carros e nos posicionamos no meio da rua podemos sentir e viver o espaço urbano de uma forma mais direta e humana, os sentidos são bombardeados pelas imagens, cheiros e sons que nos cercam. As pessoas passam a se olhar nos olhos e a se cumprimentarem com um aceno de cabeça, e o sorriso que carrego no rosto é retribuído com uma frequência muito maior do que quando passamos correndo de janelas fechadas.

Pra mim bicicleta é isso: viver, sentir e gostar da cidade e seus cidadãos; como ciclistas somos mais sensíveis e atentos aos problemas das ruas, gentis e cordiais com o próximo, e os laços de afeto e amizade com aquilo que nos cerca cotidianamente tornam-se muito preciosos e enriquecedores”. Clarice Lacerda, arquiteta. 

   
     

  

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Um Novo Estilo de Vida

“Eu pensava que ia comprar apenas uma bicicleta mas acabei adotando um  novo estilo de vida. Adquiri a minha bicicleta dobrável há dois meses e estou conhecendo muita gente legal e observando a cidade como nunca tinha visto. Eu tenho carteira mas nunca gostei de carro. Na verdade nunca dirigi um carro próprio. Eu acho que está cada vez mais inviável ter automóvel em cidades grandes como Belo Horizonte”. Bruna Caldeira, designer gráfico.