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As Amarelinhas

Este mês as yellow bikes, sistema bike sharing, aportaram em BH e com o slogan “Beagá Cheguei” já “caíram” no gosto de vários pedalantes.  A despeito da qualidade, preço e depredação inicial, elas estão enchendo as ruas e usuários afirmam que apesar de frágeis são úteis pois não necessitam de estações físicas.

Gosto das amarelinhas pois elas são chamativas e as vejo em vários lugares, colocando a bicicleta em evidência.

 

 

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Nova Forma de Sociabilizar

“A bicicleta como transporte na minha vida é recente. Moro próximo ao centro e passei a fazer tudo com minha dobrável. Eu acho que minha relação com a cidade mudou e até o jeito que eu percebia o ciclista urbano. Já tenho contato com várias pessoas que também usam a bicicleta e tenho procurado participar da comunidade. A bicicleta me apresentou uma nova forma de sociabilizar”. F. Godoy, artista plástico.
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Estratégicos

Gil Sotero

 

A bicicleta é a solução para a mobilidade de grupo cada vez mais crescente em Belo Horizonte. Essas pessoas já entenderam que não há  obstáculos intransponíveis (principalmente os relacionados a topografia da cidade) quando se pensa no trajeto e o que envolve percorrer-lo. Os ciclistas de BH estão sempre desenvolvendo estratégias para se locomover na cidade. Sempre fico observando as estrategias de cada ciclista que fotografo e aprendo muito com eles. Abaixo algumas observações da semana.

 

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Homem leva sacola no bagageiro prendendo a alça no selim da bicicleta. 

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Ciclista carrega guarda-chuvas na mochila.

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Luvas e uma boa corrente são os itens indispensáveis a este ciclista. 

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Para prender a bike esse ciclista leva a trava u-lock presa na bermuda. Já o boné vai preso no guidão para não perdê-lo.

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Ciclista na larajinha leva uma corrente na calça que prende algo ao bolso (talvez uma carteira ou chaves)

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Sem bagageiro na bike esse ciclista prendeu a sacola no guidão mas para ela não ficar balançando e atrapalhar a manobra ele passou uma corda elástica. 

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Empoderamento 

“Mesmo no movimento ciclístico em BH, alguns não entendem que gays também pedalam. Então eu vejo que além da luta pelo direito direitos de ocupar a via e ser respeitados temos que nos fazer visíveis. Para mim a bicicleta é também uma forma de empoderamento, ainda que lúdico, pois estou sempre mais feliz curtindo e vendo a cidade de fora”. Bruno Alberto, tradutor, em sua “Heloisa” uma Monark 10 positron, circa 1979.

 

  
    

  

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Torneio Brasileiro de Bike Polo em BH.

Nesse final de semana aconteceu o 2 Torneio Brasileiro de Bike Polo e foi em Belo Horizonte. O evento integrou a programação da Virada Cultural na Capital Mineira. Apesar de estar ainda me recuperando de uma forte inflamação respiratória fui registrar um pouco o campeonato. Como sempre os “poleiros” e “simpatizantes” esbanjaram, além da técnica, a personalidade e estilo de cada um. Gosto desse esporte, apesar de não ser praticante, porque reúne muitas das coisas que gosto: bicicletas, estilos variados e gente bacana.

Começo então o post da série destacando a musa Ludimila Ivo que esbanjou simpatia.

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Um pouco do Bike Polo.

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Para a realização do evento uma parte da Andradas foi fechada. Foi bom andar despreocupado por ela.

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Por hoje é só. Amanhã tem mais.