0

As Amarelinhas

Este mês as yellow bikes, sistema bike sharing, aportaram em BH e com o slogan “Beagá Cheguei” já “caíram” no gosto de vários pedalantes.  A despeito da qualidade, preço e depredação inicial, elas estão enchendo as ruas e usuários afirmam que apesar de frágeis são úteis pois não necessitam de estações físicas.

Gosto das amarelinhas pois elas são chamativas e as vejo em vários lugares, colocando a bicicleta em evidência.

 

 

Advertisements
0

Pochete

Mateus Ferreira, 30, pedala há mais de 15 anos e usa a bike com um acessório que tem sido adotado por muitos ciclistas: a pochete. “Acho pratica e na medida certa para quem usa a bicicleta e quer praticidade”, declarou.

Realmente a pochete é um item que voltou e caiu no gosto de muitos ciclistas (eu um deles rs)

0

Pedalar para não sentir dor

Encontrei Dona Gelmira, 67, no supermercado no bairro Calafate. Ela me disse que usa a magrela na região. “Eu pedalo há mais de 20 anos. Aqui uso a bicicleta para resolver tudo no bairro. Até para minha saúde! Se não usar a bicicleta até sinto dores nas pernas. Ela é meu melhor remédio”, declarou.

Gosto muito de ver idosos pedalando. Dona Gelmira exibe boa forma e pegou a bicicleta com muita rapidez e destreza. Uma cidade que preza o envelhecimento saudável da população certamente deve investir em infraestrutura para a mobilidade ativa.

0

Belo Horizonte pode ter cadastro municipal de bicicletas

Foi  aprovada na comissão do Comissão de Orçamento e Finanças, na quarta-feira, 06/09, projeto de lei   PL 266/17, de autoria do vereador Doorgal Andrada (PSD), que prevê a criação do Cadastro Municipal de Bicicletas.

Na justificativa do projeto há o alerta do  crescimento de roubos e furtos de bicicletas na capital mineira. Dados da secretaria de Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) apontam que os roubos de bicicletas duplicaram de 2015 para 2016 e que os furtos também são altos.

O projeto estabelece que os proprietários de bicicletas, poderão realizar o cadastro da magrela que fará parte de um banco de dados para ajudar a polícia no rastreamento de bicicletas roubadas, facilitando a sua recuperação.  O cadastro será facultativo e conterá informações como nome, CPF, endereço, contato do proprietário, além dos dados da bicicleta que constam da nota fiscal de compra e uma cópia desse documento.

No Brasil já existem iniciativas semelhantes como o Bike Registra e o Bicicletas Roubadas.

A medida pode ser interessante mas os ciclistas da cidade possuem outras demandas mais urgentes como infraestrutura e leis de trânsito mais severas.
“É importante observar que os roubos de bicicletas representam um número pequeno dentre as ocorrências registradas na cidade. Os pedestres são 40% das vitimas na capital e RMBH seguidos de ocorrências em estabelecimentos comerciais e de serviço. Dentre os veículos carros e motos lideram o ranking de ocorrências, 20 carros são roubados por dia em BH (Detram MG). Praticamente o que tivemos em todo o anos de 2016 em roubos de bikes é superado em apenas um dia de ocorrências de veículos automotivos. Então não é tão perigoso pedalar em BH do que andar o dirigir do ponto de vista ser vitima de assalto. A preocupação do ciclista hoje em Belo Horizonte é muito mais não ser atropelado ou arremessado por motoristas”, declara Gil Sotero.

O projeto foi votado em comissão e segue tramitando na CMBH.

 

Fonte: CMBH

 

 

0

Contagem de ciclista ocorrerá durante o Dia de Bike ao Trabalho

Dia de Bike ao Trabalho acontece em todo Brasil nesta sexta, 13 de maio. Em Belo Horizonte haverá contagem de ciclistas como parte da programação.
O evento é inspirado no Bike To Work Day, realizado anualmente em vários cantos do mundo para promover a bicicleta como uma opção de transporte para o trabalho. “O objetivo é encorajar o aparecimento de novos ciclistas, bem como chamar a atenção para quem já faz uso da bicicleta como o meio de transporte diário” descreve o Bike Anjo BH, Ong que ajuda pessoas a usarem a bicicleta como meio de transporte na capital mineira e principal organizadora do Dia de Bike ao Trabalho.

Nesta quarta edição A organização do evento em Belo Horizonte pretende realizar a contagem fotográfica de ciclistas na ciclovia da Bernardo Monteiro. “Temos uma defasagem na contagem de ciclista em BH. A última foi realizada em 2011” declarou Guilherme Tampieri, intrigante da BH em Ciclo, Associação dos Ciclistas Urbanos de Belo Horizonte, uma das organizações promotora do Dia de Bike ao Trabalho em BH. Ele também ressalta a importância de realizar o evento na ciclovia da Bernardo Monteiro. “Além de cortar uma importante avenida, a Afonso Pena, é parte da rota de ciclovias que liga a zona leste a centro-sul, regiões que apresentou um grande número de ciclistas segundo a pesquisa sobre o Perfil do Ciclista de Belo Horizonte realizada em 2015” completou Tampieri.

Bruno 4

A programação começa às 7h, com o tradicional café da manhã oferecido aos ciclistas e a presença dos voluntários do Bike Anjo e da BH em Ciclo, que estarão no local para tirar dúvidas e dar orientações. Quem passar por lá também poderá utilizar, gratuitamente, os serviços do Atelier Bicicine, para um ajuste rápido na bicicleta ou pequenos reparos.

Serviço:

Dia de Bicicleta ao Trabalho

Local: ciclovia da av. Bernardo Monteiro, esquina com av. Afonso Pena, no bairro Funcionários.
– Café da manhã, informações e orientações para os ciclistas: 7h-11h

– Oficina de pequenos reparos, em parceria com o Atelier Bicicine: 7-11h

– Campanha de informação em parceria com a BHTrans: panfletagem direcionada aos motoristas e aos ciclistas sobre segurança e convivência no trânsito.

– Contagem de ciclistas na ciclovia da av. Bernardo Monteiro, em parceria com a BH em Ciclo: 7h-19h

Link do evento no facebook
https://m.facebook.com/events/1083700651703212