0

Ciclistas pela Educação

Hoje foi dia de protesto nacional. Estudantes, professores e muitos outros foram as ruas contra os cortes na educação.

Os estudantes ciclistas estavam lá em suas bikes. O caso de José Umberto, estudante da UEMG.

“Vou de bike a faculdade todos os dias. É meu meio de transporte. Em media pedalo 15 km por dia. Saindo da Pampulha até a Praça da Liberdade”, declarou.

A manifestação lotou as praças 7 e da Estação. Estima-se mais de 100 mil manifestantes. E os ciclistas tambem estavam lá.

A Educação também pedala.

Anúncios
0

As Amarelinhas

Este mês as yellow bikes, sistema bike sharing, aportaram em BH e com o slogan “Beagá Cheguei” já “caíram” no gosto de vários pedalantes.  A despeito da qualidade, preço e depredação inicial, elas estão enchendo as ruas e usuários afirmam que apesar de frágeis são úteis pois não necessitam de estações físicas.

Gosto das amarelinhas pois elas são chamativas e as vejo em vários lugares, colocando a bicicleta em evidência.

 

 

0

Pochete

Mateus Ferreira, 30, pedala há mais de 15 anos e usa a bike com um acessório que tem sido adotado por muitos ciclistas: a pochete. “Acho pratica e na medida certa para quem usa a bicicleta e quer praticidade”, declarou.

Realmente a pochete é um item que voltou e caiu no gosto de muitos ciclistas (eu um deles rs)

0

Pedalar para não sentir dor

Encontrei Dona Gelmira, 67, no supermercado no bairro Calafate. Ela me disse que usa a magrela na região. “Eu pedalo há mais de 20 anos. Aqui uso a bicicleta para resolver tudo no bairro. Até para minha saúde! Se não usar a bicicleta até sinto dores nas pernas. Ela é meu melhor remédio”, declarou.

Gosto muito de ver idosos pedalando. Dona Gelmira exibe boa forma e pegou a bicicleta com muita rapidez e destreza. Uma cidade que preza o envelhecimento saudável da população certamente deve investir em infraestrutura para a mobilidade ativa.

0

Belo Horizonte pode ter cadastro municipal de bicicletas

Foi  aprovada na comissão do Comissão de Orçamento e Finanças, na quarta-feira, 06/09, projeto de lei   PL 266/17, de autoria do vereador Doorgal Andrada (PSD), que prevê a criação do Cadastro Municipal de Bicicletas.

Na justificativa do projeto há o alerta do  crescimento de roubos e furtos de bicicletas na capital mineira. Dados da secretaria de Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) apontam que os roubos de bicicletas duplicaram de 2015 para 2016 e que os furtos também são altos.

O projeto estabelece que os proprietários de bicicletas, poderão realizar o cadastro da magrela que fará parte de um banco de dados para ajudar a polícia no rastreamento de bicicletas roubadas, facilitando a sua recuperação.  O cadastro será facultativo e conterá informações como nome, CPF, endereço, contato do proprietário, além dos dados da bicicleta que constam da nota fiscal de compra e uma cópia desse documento.

No Brasil já existem iniciativas semelhantes como o Bike Registra e o Bicicletas Roubadas.

A medida pode ser interessante mas os ciclistas da cidade possuem outras demandas mais urgentes como infraestrutura e leis de trânsito mais severas.
“É importante observar que os roubos de bicicletas representam um número pequeno dentre as ocorrências registradas na cidade. Os pedestres são 40% das vitimas na capital e RMBH seguidos de ocorrências em estabelecimentos comerciais e de serviço. Dentre os veículos carros e motos lideram o ranking de ocorrências, 20 carros são roubados por dia em BH (Detram MG). Praticamente o que tivemos em todo o anos de 2016 em roubos de bikes é superado em apenas um dia de ocorrências de veículos automotivos. Então não é tão perigoso pedalar em BH do que andar o dirigir do ponto de vista ser vitima de assalto. A preocupação do ciclista hoje em Belo Horizonte é muito mais não ser atropelado ou arremessado por motoristas”, declara Gil Sotero.

O projeto foi votado em comissão e segue tramitando na CMBH.

 

Fonte: CMBH