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Tweed Ride BH realiza edição de Inverno

Se muita gente acredita que Belo Horizonte não é para bicicletas, o Tweed Ride BH mostra exatamente o contrário. Com bicicletas sem marchas e muitas delas antigas, ciclistas da capital mineiras e até de outros estados, celebram o universo vintage, brechós, museus e o patrimônio histórico da cidade, realizando eventos em que as pessoas de todas as idades pedalam pela região central da cidade há 06 anos.

“6 anos atrás numa tarde fria de inverno um grupo de ciclistas resolveram resgatar a Belo Horizonte do passado em que as bicicletas circulavam com seus avós. Foi uma viagem no tempo cheia de (re)descobertas. A bicicleta tem voltado cada vez mais ao cenário urbano e resgatar essa história é parte desse processo de dar mais visibilidade à magrela”. É a descrição do evento do Tweed Ride BH.

No ultimo dominog, 04. A edição de Inverno ocupou  o espaço entre os Museu das Minas e do Metal e Memorial da Vale. O evento começou com um café da manhã coletivo e em seguida um passeio pela cidade. o final do evento foi num lugar inspirador: o Mercado Novo. Ambiente que tem sido recuperado os ares de lugares comerciais do passado.

Tweed Ride BH

Os participantes do Tweed Ride BH  se  inspiram em figurinos e acessórios das décadas de 40 e 50 e pedalam pela cidade promovendo o uso da bike, algumas delas vintage encontradas de acervos familiares e antiquários. Resgatando o patrimônio histórico, redescobrindo a memória nas ruas da cidade.  O principal objetivo é conscientizar a população do uso da bicicleta nos bairros e como ela estabelece uma outra relação com a cidade e essa memória. O Tweed Ride BH começou a realizar passeios em 2013 inspirando em um movimento nascido em Londres. O Passeio é pesando para público de todas as idades. Não é necessários ter bicicleta antiga mas o visual retrô na vestimenta é desejável.

Seguem algumas fotos.

 

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Cartão BH Bus poderá ser usado para patinetes e bicicletas em BH

Projeto aprovado em segundo turno pela Câmara de BH pode permitir integração do transporte público com os equipamentos privados. Regulamentação ainda depende de sanção de Kalil.

Nesta terça-feira (11), a Câmara de BH aprovou por unanimidade o Projeto de Lei 575/2018, que regulamenta o transporte de pessoas por veículos compartilhados, como bicicletas e patinetes, na capital mineira. O texto permite, entre outras coisas, o pagamento das tarifas a partir do cartão BHBus, além da integração com o transporte público da cidade.

A disseminação do serviço por Belo Horizonte também seria outra alteração, já que o texto ressalta a necessidade de disponibilização dos equipamentos nas regiões mais distantes da Centro-Sul. Isso porque os meios de transporte compartilhados, hoje, estão concentrados quase sempre no perímetro da Avenida do Contorno.

A lei tambem indicará mudanças noestacionamento das bicicletas e patinetes. Os usuários teriam que abandonar os itens em locais seguros, ou seja, que não atrapalhem o trânsito de pedestres e outros veículos, como carros, motos, caminhões e bicicletas não compartilhadas. “Votei a favor do projeto de lei pois acho que precisa de uma regulação e infraestrutura para dar mais segurança aos usuários. As patinentes estão sendo deixadas em lugares que dificultam até a locomoção de pessoas com deficiência” declarou o vereador Gilson Reis (PCdoB).

Patinete deixada no meio da calçada em BH.

As vagas para entrega dos acessórios seriam demarcados pelo Poder Executivo, física ou virtualmente.

As companhias ficam obrigadas a compartilhar com o poder público dados sobre os trajetos mais usados, tempo de duração dos percursos e avaliações dos usuários a respeito da qualidade de serviço. A ideia é que essas informações sejam usadas para a criação de políticas públicas de mobilidade urbana e de ampliação do sistema cicloviário.

Enquanto o texto do legislativo – que entre outros pontos prevê a integração do sistema às ciclovias – segue para sanção ou veto do prefeito Alexandre Kalil, a BHTrans trabalha em outro projeto com a mesma finalidade. O texto será apresentado para consulta pública após ser concluído.

De um lado, a empresa de trânsito afirma que “a discussão é que vai balizar os itens a serem regulamentados, principalmente no tocante à segurança de pedestres e também dos usuários de patinetes” e que “o grupo de estudos não tem relação com o projeto de lei” aprovado na Câmara.

Do outro, o vereador Gabriel Azevedo, autor do projeto, afirma que, como legislador, “tem que dotar a cidade de normas modernas e eficientes” e que a aprovação ou veto “é prerrogativa do prefeito” e “independe da BHTrans”.

Yellow e a Grin, empresas que administram as bicicletas e patinetes compartilhados informaram que estão de acordo com a aprovação do projeto.

Fontes: CMBH, Estado de Minas, Hoje em Dia.

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As Amarelinhas

Este mês as yellow bikes, sistema bike sharing, aportaram em BH e com o slogan “Beagá Cheguei” já “caíram” no gosto de vários pedalantes.  A despeito da qualidade, preço e depredação inicial, elas estão enchendo as ruas e usuários afirmam que apesar de frágeis são úteis pois não necessitam de estações físicas.

Gosto das amarelinhas pois elas são chamativas e as vejo em vários lugares, colocando a bicicleta em evidência.

 

 

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Ciclistas mineiros criam acessório que aumenta segurança de quem pedala 

Pedalar pelos centros urbanos brasileiros é um desafio dada falta de infraestrutura viária para ciclistas e descaso das autoridades em relação aos mais frágeis no trânsito. Faltam ciclovias e políticas públicas para quem usa a magrela se deslocar de forma segura. Além disso motoristas insistem em desrespeitar e ameaçar ciclistas.

Pensando nisso a Rocket BP, startup mineira, criou um dispositivo simples e extremamente útil a quem usa a bicicleta entre carros, motos, ônibus e caminhões e costuma sinalizar as direções que toma: uma mochila com seta.

A tecnologia pode parecer simples mas para quem utiliza os braços para sinalizar a direção que pretende tomar é muito útil. O criadores da mochila rocket explicam que se inspiraram em produtos do exterior. “A idéia de comercializar a mochila surgiu quando um sócio da empresa ao morar na Alemanha e percebeu como a bicicleta é integrada às cidades alemãs como transporte sustentável”, declarou Thales Batista sócio da Rocket Bike.

A alemanha é um dos países europeus que mais investe na mobilidade ativa, além da infraestrutura e legislação para favorecer quem usa a bicicleta, também regulamenta o uso de equipamentos. Embora o Brasil esteja a anos luz da Alemanha na política de mobilidade a bicicleta é o veículo de muitos brasileiros. De fato mesmo em Belo Horizonte os maiores problemas para quem pedala não é, principalmente, o relevo e sim os motoristas. “Pensamos que uma sinalização clara, objetiva e visível aos motoristas tira a “desculpa” de não ter visto o ciclista. Portanto uma mochila que sinaliza a intenção no trânsito além de servir para hidratação e bagagem foi a solução proposta”, completa Thales Batista.

Usando a mochila no trânsito. Foto W. Odilon

Como bom ciclista urbano que precisa usar a magrela várias vezes por semana, eu pego avenidas com grande fluxo de carros como Afonso Pena e Contorno e logo na primeira semana de uso observei que os números de finas que tomava diminuíram bastante. Alguns motoristas até elogiaram o uso da seta. Uma das situações corriqueiras que me acontecia era o motorista acelerar, tirar fina para entrar logo adiante à direita. Sempre fiquei tenso com a sinalização pois há muitos buracos nas pistas e em pneus finos ou menores pode ser um grande problema tirar as mãos do guidão para sinalização com os braços.

Fabricadas com tecido Dacron (o mesmo utilizado em velas de barcos) as mochilas da Rocket variam de tamanho e preço e estão disponíveis a partir de R$ 299,00. O controle wireless para as setas facilitam o seu uso. A fonte da bateria que alimenta os LEDs são recarregáveis o processo de produção envolve o Brasil, Coreia e China, têm garantia de fabricação 06 meses para a mochila e de 01 ano para o LED.

A mochila e pode ser comprada no site https://rocketbp.com.br/

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Belo Horizonte pode ter cadastro municipal de bicicletas

Foi  aprovada na comissão do Comissão de Orçamento e Finanças, na quarta-feira, 06/09, projeto de lei   PL 266/17, de autoria do vereador Doorgal Andrada (PSD), que prevê a criação do Cadastro Municipal de Bicicletas.

Na justificativa do projeto há o alerta do  crescimento de roubos e furtos de bicicletas na capital mineira. Dados da secretaria de Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) apontam que os roubos de bicicletas duplicaram de 2015 para 2016 e que os furtos também são altos.

O projeto estabelece que os proprietários de bicicletas, poderão realizar o cadastro da magrela que fará parte de um banco de dados para ajudar a polícia no rastreamento de bicicletas roubadas, facilitando a sua recuperação.  O cadastro será facultativo e conterá informações como nome, CPF, endereço, contato do proprietário, além dos dados da bicicleta que constam da nota fiscal de compra e uma cópia desse documento.

No Brasil já existem iniciativas semelhantes como o Bike Registra e o Bicicletas Roubadas.

A medida pode ser interessante mas os ciclistas da cidade possuem outras demandas mais urgentes como infraestrutura e leis de trânsito mais severas.
“É importante observar que os roubos de bicicletas representam um número pequeno dentre as ocorrências registradas na cidade. Os pedestres são 40% das vitimas na capital e RMBH seguidos de ocorrências em estabelecimentos comerciais e de serviço. Dentre os veículos carros e motos lideram o ranking de ocorrências, 20 carros são roubados por dia em BH (Detram MG). Praticamente o que tivemos em todo o anos de 2016 em roubos de bikes é superado em apenas um dia de ocorrências de veículos automotivos. Então não é tão perigoso pedalar em BH do que andar o dirigir do ponto de vista ser vitima de assalto. A preocupação do ciclista hoje em Belo Horizonte é muito mais não ser atropelado ou arremessado por motoristas”, declara Gil Sotero.

O projeto foi votado em comissão e segue tramitando na CMBH.

 

Fonte: CMBH

 

 

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Guardas municipais recebem curso de patrulhamento de bike

bike patrulha

A Guarda Municipal de Belo Horizonte está recebendo a visita do norte-americano Craig Lepkowski, comandante da Forest Police Department, da cidade de Chicago e instrutor do Curso de Bike Patrulha da Associação Internacional de Polícia Mountain Bike (IPMBA), que é considerado um dos maiores centros de treinamento policial em bicicletas da atualidade. O instrutor desembarcou no Aeroporto de Confins, na manhã desta segunda-feira, dia 4, e realizará, durante esta semana, um treinamento especializado com quatro integrantes do Grupo de Ronda Bike (GRB) da Guarda Municipal de BH.

Essa será a primeira vez que o curso é ministrado no Brasil, o que possibilitará que o comandante Craig repasse aos guardas municipais os principais fundamentos do ciclopatrulhamento policial, conferindo aos participantes a certificação internacional Police Cyclist Certification. O norte-americano conhecerá também as quatro bicicletas elétricas que atualmente se encontram em fase de teste pela Guarda Municipal, visando à implantação do modelo denominado como “Ultra Mobile Bike”, bicicleta inovadora que possui tecnologia e design italiano, e se destaca por utilizar do pedal alimentado, considerado apropriado para emprego em locais de relevo acidentado.

Aulas teóricas e práticas

A opção por veículos não motorizados vem se tornando cada vez mais comum entre órgãos de segurança pública, pela viabilidade de sua aplicação no patrulhamento preventivo e comunitário, por possibilitar maior proximidade entre agentes e cidadãos, além de ser uma opção de mobilidade e transporte ecologicamente sustentável.

Durante sua permanência em Belo Horizonte, o comandante Craig irá dar aulas teóricas e práticas aos guardas municipais, acompanhado por um tradutor-intérprete. O local escolhido foi o Centro Esportivo Universitário da UFMG (Avenida Coronel Oscar Paschoal, s/nº, Bairro São José – Pampulha), por reunir melhores condições para as duas modalidades de aula.

 

Fonte PBH

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Polícia Militar ameaça prender ciclistas e impede manifestação mundial em BH

Por Gil Sotero 
Na noite desse sábado, 11, um grupo de 40 ciclista que pretendiam realizar em Belo Horizonte a World Naked Bike Ride (WNBR), pelo quarto anos consecutivo, também conhecida em português por Pedalada Pelada, foram impedidos de tirarem suas roupas pela Polícia Militar de Minas Gerais. 

Durante a concentração do WNBR na Praça do Ciclista, 3 viaturas chegaram ao local e os policiais militares abordaram e “avisaram” os ciclistas que se alguém tirasse a roupa seria preso.       

Foto Gil Sotero

 

Os tenentes Jackson, Antonio e Nayara do Primeiro Batalhão da PM declararam que somente poderiam deixar os ciclista seguirem com o protesto sem roupas se tivessem uma liminar. “Não podemos deixá-los sair pois fere a constituição a nudez em lugares públicos”, declarou um dos tenentes. 

Para participantes a ação da PM não é novidade. “Isso já era esperado caso a aparecesse no local. Mesmo sendo um evento mundial, pontual e em tom de protesto, a mentalidade de grande parte dos moradores de Belo Horizonte é muito conservadora sobre esse tema” declarou Bruna Caldeira, ciclista e co-organizadora do evento. 

Especialista em direito afirma que a PM mostrou o despreparo e desconhecimento da legislação em lidar com o evento. ‘A PM demonstrou seu caracteristico despreparo na ação contra o ‘Pedalada Pelada’ de BH, primeiramente por cercar a concentração e impedir o protesto alegando ‘Atentado ao pudor’. A principio, essa expressão que era utilizada de forma errada para definir “ato obsceno em público” (Art 233 CP). O Atentado ao pudor não existe! Existiu no Código Penal o crime do “Atentado Violento ao Pudor” que era – Conjunção Carnal Diversa do Estupro, ou seja sexo não convencional, como se entende popularmente. Tambem o protesto não se enquadrava em ato obsceno pois não havia nada alem do nú, que não é tipificado no código penal brasileiro, e como não se perturbava a ordem pública, e a organização avisou as autoridades responsaveis sobre o pedal a ser realizado, nada de ilegal havia neste ato. Lembrando que este protesto ocorre em SP e RJ sem problemas” escreveu o advogado e também ciclista Eric Elias. 

Foto Gil Sotero

O World Naked Bike Ride (WNBR) integra uma agenda mundial em que ciclistas, skatistas e patinadores, através de seus corpos nus, chamam a atenção da sociedade para a fragilidade das pessoas em veículos não motorizados pela cidade. Segundo os organizadores ao pedalar nus ou com pouca roupa, os participantes dão visibilidade aos meios de transportes não motorizados e deixam de ser “invisíveis”. 

A primeira edição oficial do evento ocorreu em 12 de junho de 2004 na Austrália, Itália, Países Baixos, Rússia e Estados Unidos. Atualmente ocorre em vários países. 

Em Belo Horizonte acontece desde 2013. Na mesma noite São Paulo também realizou o evento, sem interferências ou liminar exigidas pela polícia militar de lá. 
Em BH após a confusão ciclistas dispersaram e se reencontraram em outro ponto longe dos olhares da Polícia Militar e fizeram um “protesto fotográfico” contra a atitude da PM. 

Em assembleia no local os ciclistas decidiriam realizar a pedalada em outra data e munidos da liminar. 

Depois seguiram nús em direção à zona leste da cidade.  

O episódio de repressão a nudez traz à tona a visão entendimento social não-laico a respeito do corpo.  A leitura do corpo nú, e a repressão começou no Brasil pelo massacre branco europeu cristão à populações indígenas que tinham na nudez o conceito de corpo e sua representatividade. Corpos nus em um país tropical era uma afronta na visão dos misóginos e machistas colonizadores. Há teses e farta publicação sobre isso. “O estranhamento em relação à nudez desses povos é a cara e a cor da violência e da escravidão a que foram submetidos os indígenas no Brasil e na América Latina” Pedro Pulzatto Peruzzo advogado, professor pesquisador da PUC-Campinas.

A nudez é um dos motivos de massacre desde a época das colonizações da América do Sul. 

Tela de Jean Baptiste Debret, 1830, mostra família guarani levada por caçadores

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Belô Hill – Campeonato de Subidas

“BH tem muitos morros!” – Costuma argumentar quem não pedala pela cidade. Há quem pense que por essa característica geográfica BH não é feita para pedalar. Não é o raciocínio e a prática de quem usa a bicicleta nela. “Os morros de Belo Horizonte tornam ela única. Quem pedala aqui pedala em qualquer lugar. Pensando nisso resolvemos fazer um evento teste para celebrar as subidas da cidade”, declara Gil Sotero co-organizador do evento. 
De caráter experimental o Campeonato de Subidas premiou os “reis” e “rainha” da montanha em diversas categorias.

Houve ate uma bateria para quem chegar por último. Diversão e celebração (de perder o fôlego) que agitou o sábado, 21/05, próximo a Praça do Papa. 

O evento agradou quem compareceu e foi considerado mais uma ação para divulgar a cultura da bicicleta . “Foi muito bom e divertido ver o pessoal lá animado e disposto a encarar o desafio, eventos assim ajudam e muito no desenvolvimento da cultura ciclistica de BH” declarou co-organizador Vinicius Tulio, Bicicine. 

“Foi legal demais reviver o Desafio das Pirambas, feito pela primeira vez no finado fórum do MTB BH. 

A adesão foi sensacional, com 25 inscritos em 4 categorias.

* Fixa (vencedor Guilherme Grilo)

* Speed (Odilon Queiroz)

* Dobrável (Gabriel Braga)

*MTB (Phillipe Vieira)

Apenas uma mulher participou, de speed, a Lilian Parreiras. 

Ao Final, a categoria Tartaruga Alpinista premiou Luiz Batista, que foi aquele que subiu a ladeira mais devagar, dentre 21 inscritos!” Descreveu Vinicius Mundim que também organizou o Belô Hill. 

Agora é planejar as próximas, em outras regiões da cidade, com desafios bem característicos!

#Bhpedala, sobe e desce morro, cada vez mais!

Confira imagens 

Fotos Gil Sotero
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