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Belo Horizonte pode ter cadastro municipal de bicicletas

Foi  aprovada na comissão do Comissão de Orçamento e Finanças, na quarta-feira, 06/09, projeto de lei   PL 266/17, de autoria do vereador Doorgal Andrada (PSD), que prevê a criação do Cadastro Municipal de Bicicletas.

Na justificativa do projeto há o alerta do  crescimento de roubos e furtos de bicicletas na capital mineira. Dados da secretaria de Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) apontam que os roubos de bicicletas duplicaram de 2015 para 2016 e que os furtos também são altos.

O projeto estabelece que os proprietários de bicicletas, poderão realizar o cadastro da magrela que fará parte de um banco de dados para ajudar a polícia no rastreamento de bicicletas roubadas, facilitando a sua recuperação.  O cadastro será facultativo e conterá informações como nome, CPF, endereço, contato do proprietário, além dos dados da bicicleta que constam da nota fiscal de compra e uma cópia desse documento.

No Brasil já existem iniciativas semelhantes como o Bike Registra e o Bicicletas Roubadas.

A medida pode ser interessante mas os ciclistas da cidade possuem outras demandas mais urgentes como infraestrutura e leis de trânsito mais severas.
“É importante observar que os roubos de bicicletas representam um número pequeno dentre as ocorrências registradas na cidade. Os pedestres são 40% das vitimas na capital e RMBH seguidos de ocorrências em estabelecimentos comerciais e de serviço. Dentre os veículos carros e motos lideram o ranking de ocorrências, 20 carros são roubados por dia em BH (Detram MG). Praticamente o que tivemos em todo o anos de 2016 em roubos de bikes é superado em apenas um dia de ocorrências de veículos automotivos. Então não é tão perigoso pedalar em BH do que andar o dirigir do ponto de vista ser vitima de assalto. A preocupação do ciclista hoje em Belo Horizonte é muito mais não ser atropelado ou arremessado por motoristas”, declara Gil Sotero.

O projeto foi votado em comissão e segue tramitando na CMBH.

 

Fonte: CMBH

 

 

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Guardas municipais recebem curso de patrulhamento de bike

bike patrulha

A Guarda Municipal de Belo Horizonte está recebendo a visita do norte-americano Craig Lepkowski, comandante da Forest Police Department, da cidade de Chicago e instrutor do Curso de Bike Patrulha da Associação Internacional de Polícia Mountain Bike (IPMBA), que é considerado um dos maiores centros de treinamento policial em bicicletas da atualidade. O instrutor desembarcou no Aeroporto de Confins, na manhã desta segunda-feira, dia 4, e realizará, durante esta semana, um treinamento especializado com quatro integrantes do Grupo de Ronda Bike (GRB) da Guarda Municipal de BH.

Essa será a primeira vez que o curso é ministrado no Brasil, o que possibilitará que o comandante Craig repasse aos guardas municipais os principais fundamentos do ciclopatrulhamento policial, conferindo aos participantes a certificação internacional Police Cyclist Certification. O norte-americano conhecerá também as quatro bicicletas elétricas que atualmente se encontram em fase de teste pela Guarda Municipal, visando à implantação do modelo denominado como “Ultra Mobile Bike”, bicicleta inovadora que possui tecnologia e design italiano, e se destaca por utilizar do pedal alimentado, considerado apropriado para emprego em locais de relevo acidentado.

Aulas teóricas e práticas

A opção por veículos não motorizados vem se tornando cada vez mais comum entre órgãos de segurança pública, pela viabilidade de sua aplicação no patrulhamento preventivo e comunitário, por possibilitar maior proximidade entre agentes e cidadãos, além de ser uma opção de mobilidade e transporte ecologicamente sustentável.

Durante sua permanência em Belo Horizonte, o comandante Craig irá dar aulas teóricas e práticas aos guardas municipais, acompanhado por um tradutor-intérprete. O local escolhido foi o Centro Esportivo Universitário da UFMG (Avenida Coronel Oscar Paschoal, s/nº, Bairro São José – Pampulha), por reunir melhores condições para as duas modalidades de aula.

 

Fonte PBH

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Polícia Militar ameaça prender ciclistas e impede manifestação mundial em BH

Por Gil Sotero 
Na noite desse sábado, 11, um grupo de 40 ciclista que pretendiam realizar em Belo Horizonte a World Naked Bike Ride (WNBR), pelo quarto anos consecutivo, também conhecida em português por Pedalada Pelada, foram impedidos de tirarem suas roupas pela Polícia Militar de Minas Gerais. 

Durante a concentração do WNBR na Praça do Ciclista, 3 viaturas chegaram ao local e os policiais militares abordaram e “avisaram” os ciclistas que se alguém tirasse a roupa seria preso.       

Foto Gil Sotero

 

Os tenentes Jackson, Antonio e Nayara do Primeiro Batalhão da PM declararam que somente poderiam deixar os ciclista seguirem com o protesto sem roupas se tivessem uma liminar. “Não podemos deixá-los sair pois fere a constituição a nudez em lugares públicos”, declarou um dos tenentes. 

Para participantes a ação da PM não é novidade. “Isso já era esperado caso a aparecesse no local. Mesmo sendo um evento mundial, pontual e em tom de protesto, a mentalidade de grande parte dos moradores de Belo Horizonte é muito conservadora sobre esse tema” declarou Bruna Caldeira, ciclista e co-organizadora do evento. 

Especialista em direito afirma que a PM mostrou o despreparo e desconhecimento da legislação em lidar com o evento. ‘A PM demonstrou seu caracteristico despreparo na ação contra o ‘Pedalada Pelada’ de BH, primeiramente por cercar a concentração e impedir o protesto alegando ‘Atentado ao pudor’. A principio, essa expressão que era utilizada de forma errada para definir “ato obsceno em público” (Art 233 CP). O Atentado ao pudor não existe! Existiu no Código Penal o crime do “Atentado Violento ao Pudor” que era – Conjunção Carnal Diversa do Estupro, ou seja sexo não convencional, como se entende popularmente. Tambem o protesto não se enquadrava em ato obsceno pois não havia nada alem do nú, que não é tipificado no código penal brasileiro, e como não se perturbava a ordem pública, e a organização avisou as autoridades responsaveis sobre o pedal a ser realizado, nada de ilegal havia neste ato. Lembrando que este protesto ocorre em SP e RJ sem problemas” escreveu o advogado e também ciclista Eric Elias. 

Foto Gil Sotero

O World Naked Bike Ride (WNBR) integra uma agenda mundial em que ciclistas, skatistas e patinadores, através de seus corpos nus, chamam a atenção da sociedade para a fragilidade das pessoas em veículos não motorizados pela cidade. Segundo os organizadores ao pedalar nus ou com pouca roupa, os participantes dão visibilidade aos meios de transportes não motorizados e deixam de ser “invisíveis”. 

A primeira edição oficial do evento ocorreu em 12 de junho de 2004 na Austrália, Itália, Países Baixos, Rússia e Estados Unidos. Atualmente ocorre em vários países. 

Em Belo Horizonte acontece desde 2013. Na mesma noite São Paulo também realizou o evento, sem interferências ou liminar exigidas pela polícia militar de lá. 
Em BH após a confusão ciclistas dispersaram e se reencontraram em outro ponto longe dos olhares da Polícia Militar e fizeram um “protesto fotográfico” contra a atitude da PM. 

Em assembleia no local os ciclistas decidiriam realizar a pedalada em outra data e munidos da liminar. 

Depois seguiram nús em direção à zona leste da cidade.  

O episódio de repressão a nudez traz à tona a visão entendimento social não-laico a respeito do corpo.  A leitura do corpo nú, e a repressão começou no Brasil pelo massacre branco europeu cristão à populações indígenas que tinham na nudez o conceito de corpo e sua representatividade. Corpos nus em um país tropical era uma afronta na visão dos misóginos e machistas colonizadores. Há teses e farta publicação sobre isso. “O estranhamento em relação à nudez desses povos é a cara e a cor da violência e da escravidão a que foram submetidos os indígenas no Brasil e na América Latina” Pedro Pulzatto Peruzzo advogado, professor pesquisador da PUC-Campinas.

A nudez é um dos motivos de massacre desde a época das colonizações da América do Sul. 

Tela de Jean Baptiste Debret, 1830, mostra família guarani levada por caçadores

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Belô Hill – Campeonato de Subidas

“BH tem muitos morros!” – Costuma argumentar quem não pedala pela cidade. Há quem pense que por essa característica geográfica BH não é feita para pedalar. Não é o raciocínio e a prática de quem usa a bicicleta nela. “Os morros de Belo Horizonte tornam ela única. Quem pedala aqui pedala em qualquer lugar. Pensando nisso resolvemos fazer um evento teste para celebrar as subidas da cidade”, declara Gil Sotero co-organizador do evento. 
De caráter experimental o Campeonato de Subidas premiou os “reis” e “rainha” da montanha em diversas categorias.

Houve ate uma bateria para quem chegar por último. Diversão e celebração (de perder o fôlego) que agitou o sábado, 21/05, próximo a Praça do Papa. 

O evento agradou quem compareceu e foi considerado mais uma ação para divulgar a cultura da bicicleta . “Foi muito bom e divertido ver o pessoal lá animado e disposto a encarar o desafio, eventos assim ajudam e muito no desenvolvimento da cultura ciclistica de BH” declarou co-organizador Vinicius Tulio, Bicicine. 

“Foi legal demais reviver o Desafio das Pirambas, feito pela primeira vez no finado fórum do MTB BH. 

A adesão foi sensacional, com 25 inscritos em 4 categorias.

* Fixa (vencedor Guilherme Grilo)

* Speed (Odilon Queiroz)

* Dobrável (Gabriel Braga)

*MTB (Phillipe Vieira)

Apenas uma mulher participou, de speed, a Lilian Parreiras. 

Ao Final, a categoria Tartaruga Alpinista premiou Luiz Batista, que foi aquele que subiu a ladeira mais devagar, dentre 21 inscritos!” Descreveu Vinicius Mundim que também organizou o Belô Hill. 

Agora é planejar as próximas, em outras regiões da cidade, com desafios bem característicos!

#Bhpedala, sobe e desce morro, cada vez mais!

Confira imagens 

Fotos Gil Sotero
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Contagem de ciclista ocorrerá durante o Dia de Bike ao Trabalho

Dia de Bike ao Trabalho acontece em todo Brasil nesta sexta, 13 de maio. Em Belo Horizonte haverá contagem de ciclistas como parte da programação.
O evento é inspirado no Bike To Work Day, realizado anualmente em vários cantos do mundo para promover a bicicleta como uma opção de transporte para o trabalho. “O objetivo é encorajar o aparecimento de novos ciclistas, bem como chamar a atenção para quem já faz uso da bicicleta como o meio de transporte diário” descreve o Bike Anjo BH, Ong que ajuda pessoas a usarem a bicicleta como meio de transporte na capital mineira e principal organizadora do Dia de Bike ao Trabalho.

Nesta quarta edição A organização do evento em Belo Horizonte pretende realizar a contagem fotográfica de ciclistas na ciclovia da Bernardo Monteiro. “Temos uma defasagem na contagem de ciclista em BH. A última foi realizada em 2011” declarou Guilherme Tampieri, intrigante da BH em Ciclo, Associação dos Ciclistas Urbanos de Belo Horizonte, uma das organizações promotora do Dia de Bike ao Trabalho em BH. Ele também ressalta a importância de realizar o evento na ciclovia da Bernardo Monteiro. “Além de cortar uma importante avenida, a Afonso Pena, é parte da rota de ciclovias que liga a zona leste a centro-sul, regiões que apresentou um grande número de ciclistas segundo a pesquisa sobre o Perfil do Ciclista de Belo Horizonte realizada em 2015” completou Tampieri.

Bruno 4

A programação começa às 7h, com o tradicional café da manhã oferecido aos ciclistas e a presença dos voluntários do Bike Anjo e da BH em Ciclo, que estarão no local para tirar dúvidas e dar orientações. Quem passar por lá também poderá utilizar, gratuitamente, os serviços do Atelier Bicicine, para um ajuste rápido na bicicleta ou pequenos reparos.

Serviço:

Dia de Bicicleta ao Trabalho

Local: ciclovia da av. Bernardo Monteiro, esquina com av. Afonso Pena, no bairro Funcionários.
– Café da manhã, informações e orientações para os ciclistas: 7h-11h

– Oficina de pequenos reparos, em parceria com o Atelier Bicicine: 7-11h

– Campanha de informação em parceria com a BHTrans: panfletagem direcionada aos motoristas e aos ciclistas sobre segurança e convivência no trânsito.

– Contagem de ciclistas na ciclovia da av. Bernardo Monteiro, em parceria com a BH em Ciclo: 7h-19h

Link do evento no facebook
https://m.facebook.com/events/1083700651703212

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Bike Sarau 

Evento reune bicicleta e poesia pelas ruas de Belo Horizonte 

Poesia sobre duas rodas. Essa é a proposta do Bike Sarau evento que reune a bicicleta e a literatura em pleno centro da capital mineira no próximo sábado dia 30 de abril. Os idealizadores do sarau desejam promover o encontro de amantes da magrela com a poesia num festival de declamações itinerante. “A bicicleta é como um livro. Ela promove uma “leitura” diferente da cidade e abre nossas mentes para perceber o que está a nossa volta. Constrói uma nova consciência. Nesse sentido quisemos reunir dois objetos que provocam nossos sentidos” declarou o jornalista e ciclista Gil Lima, idealizador do evento. 

No roteiro praças e espaços públicos da cidade. O Bike Sarau começa na Praça da Estação e passa pela Raul Soares e Praça da Liberdade. Não se trata de mais um pedal e sim uma experiência envolvendo a bicicleta e as palavras em cenários distintos da cidade. “Como meio de transporte ou passeio, a bicicleta nos permite perceber a cidade, ver pessoas e ter sensações que só se passam quando você pedala. Aproveitar um passeio de bike para o prazer da leitura é uma oportunidade nova de aproveitar também os prazeres de uma história, poesia ou conto, que pode levar a novos horizontes ou a uma outra Belo Horizonte através da diversidade da literatura mineira e nacional”, declara a professora e também ciclista Talita Barcelos, idealizadora do Bike Sarau. 

Talita Barcelos , co-idealizadora do Bike Sarau


O evento contará com a participação de poetas mineiros como Reginaldo Sotero, natural de Nova Lima que está lançando seu primeiro livro; Sagrado, produção independente com distribuição gratuíta em plataforma digital (e-book). 
“O convite para participar do Bike Sarau foi muito bem vindo por unir em sua proposta a popularização da literatura e do uso consciente da bicicleta como meio de transporte, práticas as quais sou entusiasta. Sou muito grato pelo convite pelo fato do evento acontecer justamente em meio as atividades de lançamento de meu primeiro livro” declarou o autor. 

Poeta Reginaldo Sotero lança seu livro de poesias durante o Bike Sarau.


Para participar basta levar sua bicicleta e suas poesias prediletas. “O Bike Sarau é um evento ao ar livre e gratuito e será o primeiro evento de um projeto que promove a bicicleta e os livros em BH. O roteiro será tranquilo e calmo como uma poesia. Acho que se fosse determinar que gênero literário que representa a bicicleta na minha opinião é a poesia” finalizou Lima. 

Ao final do sarau os participantes do passeio serão convidados a conhecer o café pedal e prosa, onde poderão conversar e estender o papo sobre a cidade, as bikes e a literatura.
Serviço 

Bike Sarau

Sábado, 30 de Abril, 19h

Praça da Estação
Evento no facebook; https://m.facebook.com/events/1148413088554882
Livro “Sagrado” do poeta Reginaldo Sotero

Informações; 
31 99182-4349 Gil