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Cartão BH Bus poderá ser usado para patinetes e bicicletas em BH

Projeto aprovado em segundo turno pela Câmara de BH pode permitir integração do transporte público com os equipamentos privados. Regulamentação ainda depende de sanção de Kalil.

Nesta terça-feira (11), a Câmara de BH aprovou por unanimidade o Projeto de Lei 575/2018, que regulamenta o transporte de pessoas por veículos compartilhados, como bicicletas e patinetes, na capital mineira. O texto permite, entre outras coisas, o pagamento das tarifas a partir do cartão BHBus, além da integração com o transporte público da cidade.

A disseminação do serviço por Belo Horizonte também seria outra alteração, já que o texto ressalta a necessidade de disponibilização dos equipamentos nas regiões mais distantes da Centro-Sul. Isso porque os meios de transporte compartilhados, hoje, estão concentrados quase sempre no perímetro da Avenida do Contorno.

A lei tambem indicará mudanças noestacionamento das bicicletas e patinetes. Os usuários teriam que abandonar os itens em locais seguros, ou seja, que não atrapalhem o trânsito de pedestres e outros veículos, como carros, motos, caminhões e bicicletas não compartilhadas. “Votei a favor do projeto de lei pois acho que precisa de uma regulação e infraestrutura para dar mais segurança aos usuários. As patinentes estão sendo deixadas em lugares que dificultam até a locomoção de pessoas com deficiência” declarou o vereador Gilson Reis (PCdoB).

Patinete deixada no meio da calçada em BH.

As vagas para entrega dos acessórios seriam demarcados pelo Poder Executivo, física ou virtualmente.

As companhias ficam obrigadas a compartilhar com o poder público dados sobre os trajetos mais usados, tempo de duração dos percursos e avaliações dos usuários a respeito da qualidade de serviço. A ideia é que essas informações sejam usadas para a criação de políticas públicas de mobilidade urbana e de ampliação do sistema cicloviário.

Enquanto o texto do legislativo – que entre outros pontos prevê a integração do sistema às ciclovias – segue para sanção ou veto do prefeito Alexandre Kalil, a BHTrans trabalha em outro projeto com a mesma finalidade. O texto será apresentado para consulta pública após ser concluído.

De um lado, a empresa de trânsito afirma que “a discussão é que vai balizar os itens a serem regulamentados, principalmente no tocante à segurança de pedestres e também dos usuários de patinetes” e que “o grupo de estudos não tem relação com o projeto de lei” aprovado na Câmara.

Do outro, o vereador Gabriel Azevedo, autor do projeto, afirma que, como legislador, “tem que dotar a cidade de normas modernas e eficientes” e que a aprovação ou veto “é prerrogativa do prefeito” e “independe da BHTrans”.

Yellow e a Grin, empresas que administram as bicicletas e patinetes compartilhados informaram que estão de acordo com a aprovação do projeto.

Fontes: CMBH, Estado de Minas, Hoje em Dia.

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Ciclistas pela Educação

Hoje foi dia de protesto nacional. Estudantes, professores e muitos outros foram as ruas contra os cortes na educação.

Os estudantes ciclistas estavam lá em suas bikes. O caso de José Umberto, estudante da UEMG.

“Vou de bike a faculdade todos os dias. É meu meio de transporte. Em media pedalo 15 km por dia. Saindo da Pampulha até a Praça da Liberdade”, declarou.

A manifestação lotou as praças 7 e da Estação. Estima-se mais de 100 mil manifestantes. E os ciclistas tambem estavam lá.

A Educação também pedala.

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Luz é vida 

Seu Moacyr de Oliveira, 64, pedala com 18 luzes na bike. “Gosto de pedalar a noite. Já vim do Rio a BH pela estrada. São muito escuras e cheias de buracos as rodovias. Aqui na cidade as luzes também me ajuda. Já escapei de uma baita queda ao desviar de um bueiro sem tampa na ciclovia da Tereza Cristina. Luz é vida! Rs”, me contou. 

Tá certo! 

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As Amarelinhas

Este mês as yellow bikes, sistema bike sharing, aportaram em BH e com o slogan “Beagá Cheguei” já “caíram” no gosto de vários pedalantes.  A despeito da qualidade, preço e depredação inicial, elas estão enchendo as ruas e usuários afirmam que apesar de frágeis são úteis pois não necessitam de estações físicas.

Gosto das amarelinhas pois elas são chamativas e as vejo em vários lugares, colocando a bicicleta em evidência.

 

 

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Pochete

Mateus Ferreira, 30, pedala há mais de 15 anos e usa a bike com um acessório que tem sido adotado por muitos ciclistas: a pochete. “Acho pratica e na medida certa para quem usa a bicicleta e quer praticidade”, declarou.

Realmente a pochete é um item que voltou e caiu no gosto de muitos ciclistas (eu um deles rs)

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Mirante

Eduardo, 19 montou a própria bicicleta e gosta de dar rolê pela cidade quando está de folga do trabalho. A bike dele tem selim de banco de moto e placa mas é movida a juventude. “Para chegar aqui peguei uma carona no buzão. Na subida ajuda. Gosto de ver a cidade daqui e depois descer a Afonso Pena”.