PARQUES DE BH PODEM LIBERAR ENTRADA DE BICICLETAS

Gil Sotero pedalando no Parque Municipal Jacques Cousteau. Foto W. Odilon

Gil Sotero pedalando no Parque Municipal Jacques Cousteau. Foto W. Odilon

A ampliação do direito de uso de bicicletas nos parques públicos é uma reivindicação antiga de ciclistas da capital. O tema é objeto de projetos em tramitação na Câmara de BH, dois dos quais receberam parecer pela aprovação em reunião da Comissão de Meio Ambiente e Política Urbana em maio. Em 1º turno, a comissão emitiu parecer pela aprovação ao PL 1408/14, de autoria do vereador Adriano Ventura (PT). Segundo o texto, a circulação de bicicletas de pequeno porte (aros 12, 14 e 16) fica autorizada nas áreas previstas no regulamento de cada parque. Ainda de acordo com o projeto, bicicletas de médio e grande porte poderiam trafegar em áreas definidas por uma comissão especialmente criada para esse fim. A proposta é que o colegiado seja coordenado pela Fundação de Parques Municipais e conte com representantes da BHTrans, da Câmara de BH e da sociedade civil.
Na mesma reunião, a comissão emitiu parecer pela aprovação, em 2º turno, de emenda ao projeto de lei 934/13, de autoria de Pablo César-Pablito (PV). Apresentada pelo vereador Wagner Messias-Preto (DEM), a emenda sugere que fique autorizada a entrada de bicicletas não motorizadas, de qualquer porte, nos parques do município, à exceção do Parque das Mangabeiras e da Serra do Curral. Ainda de acordo com a emenda, a utilização das bicicletas só será permitida em áreas ostensivamente indicadas, previstas no regulamento dos parques. Antes de serem submetidos à sanção ou veto do prefeito, os dois projetos de lei precisam ser aprovados em dois turnos pelo Plenário da Câmara.

“A expectativa é que o projeto lei seja votado  no segundo semestre de 2015 e que ainda no primeiro trimestre de 2016 os parques municipais  liberem a entrada das bicicletas.  É grande a frustração da comunidade ciclística de Belo Horizonte por não poder frequentar os parques da cidade, a exceção do Parque Ecológico que já recebe todos. Os parques são ambientes calmos, arborizados, e perfeitos para pedalar, basta escrever as regras de convivência e os ciclistas e pedestres estarão seguros”, Gil Sotero, jornalista e cicloativista.

Fonte; DOM Belo Horizonte

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