Não há vagas na UFMG… para bicicletas!

É desanimador descobrir que os lugares que deveriam ficar atentos aos movimentos de vanguarda (considero a “ressurreição” da bicicleta nos centros urbanos brasileiros um desses movimentos), estão totalmente alheios ao que ocorre em suas próprias instalações. Quem vai ao Campus da Universidade Federal de Minas Gerais já sente que as rodinhas são proibidas no local pois não há como andar pelas estradas que cortam a cidade universitária. Quem vai de bicicleta é “invisível”.

Mateus de Andrade, 26 é doutorando na Fafich (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas) e sabe bem como é isso. Ele precisa subir até o 4 andar com a bicicleta para deixá-la em um lugar mais seguro. “Eu uso a bike todos os dias para vir do Jaraguá até aqui. A estrutura do Campus é deficiente, não há ciclovia nem bicicletários”, disse a respeito do prédio da Fafich .

Mateus na Fafich. Foto Gil Sotero

Mateus na Fafich. Foto Gil Sotero

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Sem lugar para prender a bicicleta os ciclistas da Fafich precisam improvisar. Foto Gil Sotero

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O lugar que poderia ter um bicicletário virou um depósito de cadeiras.

Enquanto isso a carrocracia impera, mas os estudantes não conseguem nem carona da entrada na Antonio Carlos até os respectivos prédios em que estudam. Que pena!

Carros lotam as ruas da instituição. Foto Gil Sotero

Carros lotam as ruas da instituição. Foto Gil Sotero

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