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Ciclistas pela Educação

Hoje foi dia de protesto nacional. Estudantes, professores e muitos outros foram as ruas contra os cortes na educação.

Os estudantes ciclistas estavam lá em suas bikes. O caso de José Umberto, estudante da UEMG.

“Vou de bike a faculdade todos os dias. É meu meio de transporte. Em media pedalo 15 km por dia. Saindo da Pampulha até a Praça da Liberdade”, declarou.

A manifestação lotou as praças 7 e da Estação. Estima-se mais de 100 mil manifestantes. E os ciclistas tambem estavam lá.

A Educação também pedala.

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Luz é vida 

Seu Moacyr de Oliveira, 64, pedala com 18 luzes na bike. “Gosto de pedalar a noite. Já vim do Rio a BH pela estrada. São muito escuras e cheias de buracos as rodovias. Aqui na cidade as luzes também me ajuda. Já escapei de uma baita queda ao desviar de um bueiro sem tampa na ciclovia da Tereza Cristina. Luz é vida! Rs”, me contou. 

Tá certo! 

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As Amarelinhas

Este mês as yellow bikes, sistema bike sharing, aportaram em BH e com o slogan “Beagá Cheguei” já “caíram” no gosto de vários pedalantes.  A despeito da qualidade, preço e depredação inicial, elas estão enchendo as ruas e usuários afirmam que apesar de frágeis são úteis pois não necessitam de estações físicas.

Gosto das amarelinhas pois elas são chamativas e as vejo em vários lugares, colocando a bicicleta em evidência.

 

 

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Pochete

Mateus Ferreira, 30, pedala há mais de 15 anos e usa a bike com um acessório que tem sido adotado por muitos ciclistas: a pochete. “Acho pratica e na medida certa para quem usa a bicicleta e quer praticidade”, declarou.

Realmente a pochete é um item que voltou e caiu no gosto de muitos ciclistas (eu um deles rs)

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Mirante

Eduardo, 19 montou a própria bicicleta e gosta de dar rolê pela cidade quando está de folga do trabalho. A bike dele tem selim de banco de moto e placa mas é movida a juventude. “Para chegar aqui peguei uma carona no buzão. Na subida ajuda. Gosto de ver a cidade daqui e depois descer a Afonso Pena”.